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O véu do dia e nossos "eus"

por Clécio Rimas

 

Conheço bem de perto a saga do Sagaranna. E é bem por isso que vou lidar com a missão de tecer algumas considerações – dentro do todo do o universo que há – sobre o primoroso Véu do Dia como sendo uma obra intrinsicamente ligada a mim.

Mas eu vou deixar bem claro que não se trata de uma ligação restrita somente ao meu “eu” como sendo exclusivamente (e reverentemente) amigo de Thiago, Ju, Frank, Rodrigo, Samico e Uana. Mas sim ao meu “eu”, como resultado do som que a banda se propõe a fazer. A linguagem musical e poética do CD traz a pele essa imagem. Sempre existe um “eu” implícito, ou um “nós” como pessoas ampliadas, que se refletem fixamente na raiz “lá dos confins de você” como emana a belíssima “Confins”.

Somos remetidos também à essência da nossa ancestralidade no balanço puro das ondas de “Mar e maré”. Abençoada por Iemanjá, essa forma antepassada de nos arrebatar faz-nos aprazer nas atuações dos meninos e meninas mediterrâneos do Sagaranna. Meninos e meninas do meio da terra, do chão, que é nosso Recife, Pernambuco e Brasil.

Ao tempo em que somos levados por esse convite para essa viagem do nosso “eu”, do “nós” e do chão, vem aos nossos ouvidos, por exemplo, um Diadorim fazendo todos os “eus” e “nós” dançarmos e levantarmos a poeira do meio da terra da qual fazemos parte.

Ademais, só você ouvindo, até porque, qualquer convenção sobre o som do Sagaranna não vai substituir o deleite e o desfrute do Véu do Dia em sua plenitude. Apenas ouça, viaje, dance, se encontre e se envolva com esse véu. E depois, certamente, não deslembrarás de concordar comigo!

 

 

CLÉCIO RIMAS
poeta e músico

 

Confira as músicas Confins, Mar é Maré e Diadorim em nossa Difusora.

Acompanhe o Sagaranna em facebook.com/gruposagaranna

 

 

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O véu do dia e nossos "eus"

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Editores:

 Sennor Ramos, Raimundo de Moraes e Cida Pedrosa