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PODER, POESIA e (ainda) EGOLOMBRISMO

Jomard Muniz de Britto, jmb.



Muito difícil reconhecer caras & máscaras no
redemoinho das ambições ao Poder.
Singular plural empoderamento.
-"Era tão claro o dia, mas a treva ,
do som baixando, em seu baixar me leva".
Reler - por sugestão de Francisco Alvim -
o poema Relógio do Rosário de Drummond.
Sem esquecer O Cão sem Plumas de Cabral.
Carnes e brasas tentando sublimar nosso
imperioso narcisismo e minimizar qualquer
egolombrismo. Superlativo do ego.
Por que o melhor poeta poderia ser e não ser
o mais completamente desconhecido?
Talvez, ou com certeza, o egolombrismo sendo
Pai e, ao mesmo tempo, Filho do mais corajoso 
ressentimento. Pai, Filho e Espírito santo
ou profano decidindo-se por CIDA: Pedrosa
ou Nogueira?  De-ci-da-se!
Mais difícil não retornar ao Glauber Rocha:
ARTE TEM QUE TER AMBIÇÃO.
Entretanto, o jogo político exagera além dos
roteiros, metáforas e trapaças.
Quando os deuses demoram, capricham sem
TEMERidades, complexos, fluxos, fraudes,
redes sociais e webmitomanias............
Coragem, sim, do jovem Ricardo Domeneck
ao confrontar altas literaturas com tatuadas
libidinagens à flor dos pelos e músculos.
Porque ainda não sabemos: o que é poesia?
Como despertar no público o desejo ao gozo
do texto além  e aquém  dos recitais?
Egolombrismo - nosso, vosso, de todos e dos
mais raros - não se deriva de Lombroso, antigo
analista de nossas taras e atrocidades.
Poeticidade, sim, signos no fio da navalha,
chão dos sem-terra, sem-livros nem trocadalhos.
Querendo o BELVEDERE de Chacal entre nós.
-" Não é pois todo amor alvo divino
e mais aguda seta que o destino"? (CDA)
Destinação pela lucidez clarividente de
Francisco Alvim.
Recifeliz, junho/ 2012
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 Sennor Ramos, Raimundo de Moraes e Cícero Belmar