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Jomard Muniz de Brito, jmb 75 Essa vontade de experimentar uma soma além dos sumos: 25 + 25 + 25. É o amor que inventa o NOME ou a memória (mais terna) do MUNDO? Esse desejo de encarar incertezas do tempo-espaço em abismos numerados. Jomard, mas com o D mudo, não dito. Por que "brasileiros não suportam tensões” preferindo "acreditar que vivemos no melhor dos mundos"? Essa demanda por ser leitor de Alberto Dimes, Arthur Carvalho, Arnaldo Jabor, Danuza Leão, Fabiana Moraes, Paulo Carvalho. Essa vontade de reinventar ZONA TÓRRIDA para uma INcerta pintura do Nordeste em chamas e chamariz? Jomard, com D mudo, mas Muniz com Z. Por que "o Brasil... ou qualquer outra região são irredutíveis a monopólios da cor"? Ou dos cortes sem rupturas? Essa vontade de CORPORIFICAR ideias, afetos, signos no IMAGINÁRIO das FOR MA TI VI DA DES clarividentes? Esse desejo de autossuperar subjetivismos e normatividades. Essa vontade TATUÍ de transtornar em METALINGUAGEM os paradoxos da cultura bancária em círculos experimentais da culturação. Pelo X das questões. Essa cruel demanda de ser idiota das famílias sublimadoras de impasses por uma Amazônia vilipendiada. Esse desejo impaciente de arrebatar as flores do estilo, pudores gramaticais, tramas da linguagem em processo. Sempre pela língua dos três pppês - poesia, política, pedagogia - ainda melhor pesquisadas por Antonio Edson Cadengue e Igor de Almeida Silva. Essa vontade de navegar mares do SESC/PE para a USP. Bra si li ri ca men te. É o amor que inventaria nomes e outras obras em dobras? Recife, abril de 2012.
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